O caminho é em declive porque o Riachinho passa por baixo da estrada por uma ponte, e a partir de certo ponto, a água despenca pelas pedras.
Um aspecto que chama atenção é a cor da água, que à primeira vista parece suja, de tão escura. Na verdade ela é dessa cor por causa da quantidade de ferro, tanto que quando pegamos uma quantidade menor nas mãos, ela é límpida e transparente.
Antes de descermos até o local para banho, ficamos contemplando a paisagem da Chapada.
A queda d'água é bastante respeitável, até formar um poço mais tranquilo onde é possível nadar.
Falando em nadar, apenas o Atílio e eu entramos na água - gelada! -, porque Rejane e Natália não tiveram coragem. Apesar do sol forte, a temperatura da água é bem baixa e só os dois loucos se atreveram.
Depois de formar esse poço, a água segue entre as pedras e despenca novamente, numa queda bem maior e de difícil acesso. Só conseguimos chegar no início dela, mesmo assim com muito cuidado.
A formação das rochas nessa cachoeira também é bastante curiosa: parece que alguém pegou uma argamassa qualquer e grudou um monte de seixos, pedras roliças, que quando caem deixam buracos arredondados.
Elas são muito interessantes de serem observadas, mas caminhar por cima delas é um horror! A irregularidade machuca os pés e dificulta o equilíbrio, fazendo com que a gente tenha que colocar tênis ou papete a cada vez que sai da água e vai se deslocar para outra parte da cachoeira.





Nenhum comentário:
Postar um comentário