sexta-feira, 31 de agosto de 2012

No Riachinho

Conforme o Atílio já havia comentado, a cachoeira do Riachinho é uma das mais próximas da Vila do Capão. Pegamos a estrada como se fôssemos voltar pra Palmeiras e logo chegamos ao local. A trilha pra chegar até a cachoeira é bem curta, estreita e ligeiramente acidentada.






















O caminho é em declive porque o Riachinho passa por baixo da estrada por uma ponte, e a partir de certo ponto, a água despenca pelas pedras.



Um aspecto que chama atenção é a cor da água, que à primeira vista parece suja, de tão escura. Na verdade ela é dessa cor por causa da quantidade de ferro, tanto que quando pegamos uma quantidade menor nas mãos, ela é límpida e transparente.















Antes de descermos até o local para banho, ficamos contemplando a paisagem da Chapada.


















A queda d'água é bastante respeitável, até formar um poço mais tranquilo onde é possível nadar.






















Falando em nadar, apenas o Atílio e eu entramos na água - gelada! -, porque Rejane e Natália não tiveram coragem. Apesar do sol forte, a temperatura da água é bem baixa e só os dois loucos se atreveram.



Depois de formar esse poço, a água segue entre as pedras e despenca novamente, numa queda bem maior e de difícil acesso. Só conseguimos chegar no início dela, mesmo assim com muito cuidado. 

A formação das rochas nessa cachoeira também é bastante curiosa: parece que alguém pegou uma argamassa qualquer e grudou um monte de seixos, pedras roliças, que quando caem deixam buracos arredondados. 


Elas são muito interessantes de serem observadas, mas caminhar por cima delas é um horror! A irregularidade machuca os pés e dificulta o equilíbrio, fazendo com que a gente tenha que colocar tênis ou papete a cada vez que sai da água e vai se deslocar para outra parte da cachoeira.

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