O sol já estava começando a baixar e sabíamos que era uma boa caminhada de volta, então botamos o pé na estrada. Levamos 1 hora e 45 minutos de trilha, tranquila porque bem plana. Natália, com bolhas nos pés, foi bem devagar, parando quando possível pra se refrescar.
Mais uns 50 minutos de caminhada, e chegamos até o carro. O retorno à pousada foi rápido, e aproveitamos, depois de um bom banho, pra já deixar as malas quase prontas para a partida no dia seguinte.
Tudo pronto, pedimos umas cervejas e estávamos relaxando nas redes em frente aos nossos quartos quando ouvimos música vinda de uma varanda estilo deck que ficava ao lado do local onde tomávamos café. Seguimos pra lá, curiosas, e vimos um grupo de pessoas fazendo praticamente um concerto!
Um rapaz chamado Celso estava ao violão, uma moça de nome Mel tocava clarinete, havia uma vocalista, um gringo no baixo, um cara cabeludo numa caixa de percussão e outro rapaz que tocava gaita, bandolim e violino. Chegamos meio sem saber se estávamos atrapalhando, mas eles nos convidaram pra ficar ouvindo e foi muito gostoso! No repertório, muita coisa de Luiz Gonzaga e várias músicas da Bossa Nova.
Ficamos por lá até a hora de ir pra casa de Atílio e Cinthia, onde compartilhamos nossos arquivos de fotografias, até porque a câmera da Cinthia era muito melhor que a nossa e as fotos dela valiam a pena serem guardadas. Saímos de lá famintos, já antecipando o que pediríamos no restaurante do Diego: duas ou três porções de shitake, pra começar, massas e crepes de maçã e banana caramelada. Menos a Natália, claro, que é maluca por Nutella!
Só que quando chegamos lá... o restaurante estava fechado! Não dá pra descrever nossa decepção, mas a fome era maior, e ao vermos que em frente havia um restaurante de uma espanhola, seguimos em frente, mesmo notando que o local não era tão cuidado como o Diego.

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