terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Cachoeira da Boa Vista e moqueca de jaca!

Depois de uma curta caminhada em terreno plano, chegamos à cachoeira da Boa Vista.


Pelo fato do relevo ser mais plano, não havia uma enorme queda d'água como no caso da Purificação ou dos Mosquitos. Em compensação, o cuidado na manutenção do local, com direito à construção de uma muretinha de tijolos, formava uma enorme piscina natural.

Apesar do sol, a água estava geladíssima, e a Natália manteve a tradição de molhar apenas os pés. 












Já eu que sou mais louca, não resisti a entrar na água.








O lugar era realmente muito bonito e tranquilo, e acabamos ficando bastante tempo apenas curtindo a natureza. Quando voltamos à casa do Zezão, já era meio-dia e meia, quase hora de almoçarmos nossa moqueca de jaca. Usamos o banheiro gentilmente oferecido pela dona da casa, a Zenaide, pra que eu tirasse o maiô molhado e ainda experimentamos um licor de acerola maravilhoso enquanto conversávamos.

Seguimos para a casa de Maria Emília. Nos fundos do terreno foi construído um local para refeições extremamente agradável. D. Francelina nos contou que conforme a moqueca de jaca foi ficando famosa na região, mais e mais pessoas apareciam para experimentá-la, e em determinado momento o espaço dentro da casa delas ficou pequeno para acomodar todo mundo com conforto.

















A refeição estava ótima e a moqueca de jaca não deixou a desejar. Como é feita com a jaca verde, não tem aquele sabor forte e adocicado da fruta madura, fazendo com que o sabor do molho temperado com dendê, coentro e pimenta sobressaia. Tivemos também feijão andú, a carne de sol que pedimos com medo de que a Natália não gostasse da moqueca - mas ela comeu e gostou! - , palma refogada e farofa de soja. Para sobremesa, morangos orgânicos, deliciosos.

A conversa também era boa, mas depois de uma meia hora de papo nos despedimos pra voltar por Capão, pois tínhamos que buscar nossos aventureiros no pé da montanha que dava para a cachoeira da Fumaça.




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