sexta-feira, 26 de julho de 2013

Na Cachoeira do Mosquito

A partir de um certo trecho, a trilha tornava-se um declive acentuado, passando de meras "pirambeiras" pra descidas íngremes, com verdadeiros degraus a serem descidos, além do sempre bem vindo corrimão.





















Passamos por alguns trechos do rio, já mansos depois da queda...


... e de repente demos de cara com um baita paredão de pedras, que avançava e se fechava no local por onde a água caía de uma altura incrível.


















A água era gelada, mas revigorante depois da longa trilha. Rejane e Natália, mais friorentas, só molharam os pés, mas Atílio, Cinthia e eu encaramos o desafio.


Depois de nos prevenir que "pedra e areia, queda feia!", o Robson resolveu tirar um bom cochilo apoiado nas pedras.













Aproveitamos o sol pra nos secar antes de enfrentar a subida de volta e o almoço de D. Noese que nos esperava.


Antes até de começarmos o caminho de volta, Cinthia identificou, no alto do paredão, uma casa de abelhas que fez com que todos nós entendêssemos a forma como elas são representadas nos desenhos animados, quando caem sobre o Pica Pau ou o Zé Colmeia.



















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