segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O grupo aumenta

Depois da "puxada" do dia anterior, a ideia era dormir um pouco mais. Só que antes das 8 um passarinho resolveu atacar os mosquitos que ficavam do lado de fora do vitrô do meu banheiro... bicando o vidro! Acordei com as batidas ritmadas e não teve jeito de dormir novamente. Ah, a natureza...

Já que não dava pra continuar na cama, 'bora pro maravilhoso café da manhã. Meu irmão, minha cunhada e minha sobrinha, que tinham combinado de passar uns dias conosco na Chapada, já estavam lá. O ônibus tinha chegado no Capão um pouco depois das 6, mas o quarto deles só seria liberado depois do meio-dia.

















Ficamos comendo e conversando, eles entusiasmados com o passeio à Cachoeira da Fumaça no dia seguinte, mas chegou o momento em que pediram pra usar meu quarto - e meu banheiro - antes de irmos fazer qualquer outra coisa. Entraram, de mala e cuia, tiveram que abrir malas pra pegar roupas mais confortáveis e adequadas ao calor que já começava, e já era meu quarto tão arrumadinho.

Rejane e Natália acordaram, sem nenhum passarinho atrapalhar, e depois do café rumaram pra Vila: Re pra comprar esparadrapo pros pés, que estavam em frangalhos depois da caminhada do dia anterior, e Amilcar e família pra comprar passagem de volta pra Lençóis na terça-feira.

Na cidade encontraram Atílio e Cinthia fazendo a feira e combinaram de nos encontrarmos todos na casa do casal, cujo caminho agora sabíamos de cor!








Estávamos lá conversando animadamente quando Rejane descobriu, ao usar o laptop da Cinthia devidamente conectado, que ao invés de cancelarem o cartão de crédito Visa, conforme ela havia solicitado, cancelaram o de bandeira Mastercard. A Natália ficou ainda mais furiosa que a mãe, mas como não havia o que fazer, e em caso de necessidade eu poderia efetuar pagamentos por elas, o negócio foi se acalmar.

Como ainda estava cedo, Amilcar pegou o nosso valente carro e foi com a Edna até a Vila novamente pra alugar uma moto, enquanto resolvíamos que cachoeira conheceríamos neste dia. Atílio sugeriu o Riacho Preto, que não exigia uma caminhada muito longa, e Cinthia resolveu ficar em casa e adiantar seu trabalho, já que no dia seguinte fazia questão de ir à Fumaça.









Cinco de nós no carro - Atílio, Rejane, Natália, Edna e eu -, mais Amilcar e Ju na moto, seguimos em direção à Vila, para atravessá-la e pegar a estrada até a cachoeira. Só que mal saímos do centrinho e tivemos que parar: a estrada estava alagada!

Como não dava pra ir a um local muito distante, porque senão ficaríamos sem almoço, a solução foi levar meu irmão & família pra conhecer o Riachinho.


















E os pés da Natália sofrendo...




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